domingo, 12 de abril de 2026

Ana Jácomo

Não deixe, meu Deus, que as incertezas do caminho agitem a minha mente e roubem o encanto dos meus olhos. 

Sereniza os mares da minha alma com Seu abraço de luz. 

Faz o meu coração bom e compassivo durante todo o percurso deste dia.

Dá-me, Amado, o bom ânimo necessário para realizar as transformações necessárias no meu ser e na minha vida. 

Cuida de mim até que eu desenrole todo novelo de amor que trago comigo para bordar ternuras no mundo enquanto for o meu tempo de estar por aqui.

Ana Jácomo

Scheilla Lobato


Tem dias que a gente não está bem… e tudo bem.
Nem todo rio corre calmo o tempo inteiro.
Tem fases de cheia, de turbulência, de águas turvas.
Mas o que muita gente esquece é:
até o rio mais agitado não para de seguir.
Se hoje tá difícil aí dentro…
respira.
Você ainda está em movimento. 

Scheilla Lobato

domingo, 5 de abril de 2026

Feliz Páscoa!


Domingo de Páscoa...

E neste dia deixo essa mensagem pra tocar sua alma, seu coração, com os votos de muitas bênçãos e alegrias...

"A ressurreição não é só uma história sobre Jesus.  
É uma história sobre esperança.
É sobre acreditar que, mesmo depois da dor, mesmo depois da perda, mesmo depois de tudo o que parecia o fim... Deus ainda pode fazer nascer vida de novo.
Porque Deus é especialista em recomeços. Ele restaura o que foi quebrado, cura o que foi ferido, e traz vida para aquilo que parecia ter acabado.
A ressurreição é a prova de que o fim nunca é o fim quando Deus faz parte da história.
Talvez você esteja precisando de vida nova hoje.
E a boa notícia é que Deus ainda ressuscita sonhos, histórias e corações todos os dias."

Feliz Páscoa!

sábado, 4 de abril de 2026

🥰

Saudade!!!


APENAS UM CHEIRO DE PÁSCOA 

Há um cheiro específico de Páscoa que não se compra em lado nenhum. É o cheiro da casa dos avós aquecida pela lareira, da canela em excesso no arroz-doce, do folar ainda morno, embrulhado num pano de linho. É o cheiro dum tempo a desacelerar.
Vivemos o resto do ano em fuga. Corremos de reunião em reunião, de tarefa em tarefa, de urgência em urgência. Mas a Páscoa tem este dom estranho: chega e impõe uma espécie de trégua. Como se o calendário dissesse, com a autoridade de um pai velho — agora, pára.
E paramos. Mal, às vezes. Com o telefone ainda na mão, meio envergonhados. Mas paramos.
A mesa comprida reaparece. Os primos que raramente se veem voltam a ter corpo e voz, com as caras mais crescidas, os novos filhos, as histórias que começam sempre por "então não sabes o que se passou...". A avó serve todos em demasia e fica magoada se alguém recusa. O avô adormece na cadeira, antes do café. E há algo de sagrado nessa banalidade toda.
Este tipo de Páscoa não exige grande coisa. Pede, apenas, que estejamos presentes. Que nos sentemos à mesa sem pressa. Que ouçamos as histórias que já conhecemos de cor, como se as ouvíssemos pela primeira vez. Que deixemos o tempo passar devagar, por uma vez.
Esta Páscoa não é sobre a Ressurreição. É sobre o regresso. Àquele lugar onde ainda somos tratados pelo nome de quando éramos pequenos. Onde nos sentamos no mesmo sítio do costume. Onde o tempo, por uns dias, se dobra sobre si próprio e nos deixa ser, em simultâneo, quem fomos e quem somos.

Helena Sacadura Cabral.
Imagem Pinterest

Que saudade de Vovó e Vovô! Se tem os seus os aproveite!!!

sábado, 28 de março de 2026

Ahhh, essa bateu, fundo. Bateu forte... 😔😔

E esse post tocou fundo, lá na alma, num cantinho com o nome de saudade... 😔😥

"Meus avós não se foram. Ficaram nos gestos que repito sem notar.
No café passado com paciência, no silêncio cheio de cuidado, na forma mansa de olhar o tempo.
Às vezes me visitam em detalhe: um cheiro, uma tarde, um costume. E então entendo, quase em susto, que o amor deles não acabou.
Só mudou de lugar:
agora é o que em mim permanece."✨

@VHWRITER5