domingo, 13 de novembro de 2022

Cris Carvalho


"E das levezas meu amor, eu quero todas."  

Cris Carvalho.

Fique ligado!


Depois de duas indicações de filmes mais fortes, com uma temática pesada, dessa vez, sugiro um filme mais leve, tranquilo, para relaxar a cabeça chamado: "As cores do amor", na Netflix. 
Taylor é uma bibliotecária que retorna a cidadezinha do irmão para visitá-lo, mas acaba o ajudando a conseguir que o hotel que ele trabalha não seja vendido para um rico empresário.
Mal sabe ela que justamente o empresário comprador se trata de Joel o homem que a ajudou quando ela bateu com o carro na estrada. 
O filme se desenrola a partir do encontro de ambos e os dois acabam despertando interesse mútuo, porém a esse impasse da venda do hotel, que será solucionado mais tarde.
O casal central é bem simpático e o filme é recente, do ano passado.
Mas, é filme né, então, tudo acontece como um passe de mágica: a mulher bate o carro aparece logo alguém para ajudar. A mulher está procurando emprego e alguém oferece, rsrs, simples assim.
Não é nada mirabolante, mas se encaixa perfeitamente pra quem procura um filme relax, com dose "açucarada" de romance e tranquilidade. Afinal,  nem só de pedreira pode viver esse cérebro, um pouquinho de flor também faz parte, hehehe. 

Amanda.

Um olhar define muito...

sábado, 12 de novembro de 2022

Clarissa Corrêa


Foi esperando quase nada que um quase tudo apareceu. Simples como um fim de tarde. No começo era medo, incerteza, insegurança surgindo como relâmpago no céu. Depois, uma sensação de pertencimento, de paz, de alegria por encontrar um sentimento desconhecido, mas que fazia bem. Não teve espumante, holofote, tapete vermelho. Foi simples como um fim de tarde. Algum frio na barriga, interrogações deslizando pelas mãos suadas, uma urgência em saber se aquilo era ou não pra ser. É que um dia alguém nos ensina que quando é pra ser a gente sente. Eu sempre quis que fosse pra ser, mas nunca foi. Com isso, me distanciei de mim e das minhas crenças. Mas então, o que não tinha nada, nada pra ser, foi. E eu fiquei ali, perplexa, parada, estupefata, com medo de dar certo. Porque a gente tem um medo que nos mastiga lentamente. Um medo azedo, que deixa a boca adormecida, que cutuca insistentemente. Medo da felicidade. Medo de que um sonho aconteça. Medo de enfrentar nossos sentimentos que ainda não acordaram. Então, abri os olhos. Não era sonho. Eu vivi aquilo. Eu sobrevivi ao medo. Eu encontrei o que chamam de amor.

Clarissa Corrêa

Fique ligado!


E esses dias vi um filme chamado "Jaula", na Netflix, que me deixou impactada. É um filme muito forte e que nos deixa impressionados pela história.
Nos "prende" do início ao fim, pelo enredo, os personagens também são instigantes e a história que choca.
Um casal encontra uma menina no meio da rua de madrugada e a leva ao hospital. Ninguém inicialmente tem informações dela. A mulher se apega a menina e tenta descobrir o que aconteceu, mas a menina não fala, é muito retraída e parece que vivenciou um grande trauma. A menina fica apenas num lugar e só sai se tiver marcação de giz no chão.
Mais tarde, descobre-se que a menina era filha de um vizinho que ninguém suspeitava e que ele havia prendido ela por muito tempo em um porão com espaço limitado, longe da interação com outras pessoas, privada da liberdade e de ver luz do dia. Algo realmente cruel e difícil de imaginar que uma pessoa seja capaz de fazer com a outra. A menina tentava se libertar do trauma, tentava sair sem ter a marcação de giz, mas foi algo que ela foi treinada desde pequena, então era muito difícil para ela, até que um dia que quando foi precisa, ela finalmente conseguiu. 
Esse filme é baseado em uma história real. E ao vê-lo, me remeteu a um caso de um pai que prendeu a própria filha num porão e teve filhos com ela. Ela viveu mais de dezessete anos presa, só depois descobriram e eles foram libertados. Recentemente, aqui no Brasil também, um homem mantinha a esposa e os dois filhos presos por correntes numa casa em que não havia janelas e que ele colocou um "paredão" de som para ninguém ouvir as vozes e gritos. Depois de denúncia, eles foram libertados. Mas, para se ter uma ideia o filho tinha 23 anos, mas tinha o peso de uma criança de 5 anos, tamanha a tortura que diariamente vivenciava.
Casos assim me chocam muito, e mesmo as pessoas sendo resgatadas, o trauma é enorme e a vida dessas pessoas nunca será as mesmas.
Oh Deus tomai conta de nós e livrai-nos de pessoas tão maldosas e cruéis. Afasta esses indivíduos de nossos caminhos.
Então, quem se interessar, fica a dica, mas adianto que é um filme forte, com uma carga mais densa.

Amanda.

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