domingo, 26 de outubro de 2025

sábado, 25 de outubro de 2025

Inês Seibert


“… E a gente segue driblando o medo e trabalhando a coragem... 
Escolhendo os melhores caminhos, acreditando na própria intuição, caindo e levantando mais forte.
Pois viver é um exercício de superação!”
                    (Inês Seibert)

Caio Fernando Abreu

Daqui a 50 anos eu ainda vou saber seu nome e vou me lembrar de todas as vezes que você me fez sorrir. Na minha memória, tão congestionada - e no meu coração - tão cheio de marcas e poços - você ocupa um dos lugares mais bonitos.

Caio Fernando Abreu

Imagem via: Pinterest.

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Que texto emocionante...


== Quando você perde sua mãe, não é apenas uma ausência que se instala. É como se o tempo perdesse o compasso e o mundo, por um instante, ficasse sem cor.
Você perde aquela que conhecia sua alma antes mesmo de suas palavras. Aquela que entendia seus silêncios, que enxergava a dor escondida por trás de um sorriso forçado. Você perde o primeiro colo, o primeiro amor, o único abrigo que nunca pediu nada em troca para amar tão intensamente.
Quando a mãe parte, a casa parece maior, mas o coração menor. Falta aquela voz que sempre chamava pelo seu nome de um jeito único, aquela presença que se antecipava às suas necessidades, que sabia mesmo à distância quando algo estava errado. Ninguém mais dirá "leva um casaco" com tanta verdade, nem enviará mensagens só para garantir que você jantou ou dormiu bem.
Quando você erra, o mundo cobra. Mas ela acolhia. Amava até mesmo o que havia de mais sombrio em você, e com o amor dela, tudo se transformava. Era ela quem via beleza onde você só via fracasso, quem oferecia perdão quando você mesmo se negava a merecê-lo.
E então vêm os dias que doem mais. O Natal. Seu aniversário. As conquistas que você queria contar. As dores que precisava dividir. E é ali, no lugar onde ela costumava sentar, que o vazio lateja. Mas há algo mais profundo do que a ausência: é a memória viva que sussurra com doçura e saudade que o amor verdadeiro não morre, apenas muda de forma.
Porque quando você perde sua mãe, não perde apenas uma pessoa. Perde um pedaço de céu na Terra. E mesmo que ela não esteja mais ao alcance das mãos, sua essência vive no que você se tornou. No que ela ensinou. No amor que plantou em você.
E quando a saudade for insuportável, feche os olhos. Ore com o coração. Porque mães não partem por completo. Elas seguem velando por nós, do lado de lá da vida, com o mesmo amor com que nos embalaram aqui.
Qual é o nome da sua mãe?

Web

Que história legal!!!


Em 1956, o marinheiro sueco Åke Viking, solitário em alto-mar, lançou uma garrafa ao Atlântico com um simples bilhete:

 “Para alguém bonita e distante.”

Era um gesto silencioso — metade brincadeira, metade desespero. Um homem que navegava entre ondas e silêncios, sem esperar que alguém o ouvisse.

Mas o destino tem um jeito curioso de responder ao que é lançado com o coração aberto.

Semanas depois, a garrafa alcançou uma praia ensolarada da Sicília. Foi encontrada por Paolina, uma jovem de 17 anos, de pés descalços e alma curiosa. Ao ler as palavras do marinheiro desconhecido, sentiu algo inexplicável: como se alguém, do outro lado do mundo, tivesse falado diretamente ao seu coração.

Ela respondeu.

E assim começou uma troca de cartas que duraria dois anos — uma ponte feita de papel, tinta e saudade.
Ele escrevia sobre os mares gelados da Suécia; ela, sobre o perfume das laranjeiras e o calor dourado da Sicília.
Cada carta aproximava dois mundos que o oceano parecia querer separar.

Em 1958, Åke embarcou rumo à Sicília.
Quando viu Paolina no porto, ele soube — aquela era a mulher da garrafa. O silêncio do mar não coube entre eles. Caminharam, sorriram, falaram como quem se reencontra depois de mil vidas.

Nesse mesmo ano, casaram-se numa pequena capela à beira do Mediterrâneo. De uma mensagem perdida no mar, nasceu um amor que nenhum mapa poderia prever.

Porque às vezes, tudo o que o destino precisa… é de uma garrafa, um bilhete e a coragem de acreditar que alguém, em algum lugar, vai responder.

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Fique ligado!

Imagina que o seu sonho é viajar para Paris para fazer um Curso de Artes? Quando você tem essa oportunidade, não tem como custear essa viagem. Foi o que aconteceu com Dawn no filme "A Paris Errada" da Netflix. Uma comédia romântica bem engraçada, que vale a pena a ver pra relaxar.
A irmã de Dawn a incentiva a participar de um programa estilo reality para conquistar um cara, ela ganharia o cachê de participação e depois sairia do programa. E finalmente faria sua tão sonhada viagem. O reality que até então seria em Paris na França, todos pensavam que era, mas na verdade era em Paris no Texas. O que Dawn não sabia é que que mesmo estando aparentemente na Paris Errada, ela viveria muitas aventuras e se apaixonaria pelo cara em questão.
No final, Dawn nem queria tanto ir mais a Paris , ela já tinha se encontrado e gostado da "Paris Errada". Às vezes, pensamos algo, mas a vida dá uma reviravolta em tudo. Foi o que aconteceu nesse filme. 
É um filme bem divertido e que arranca boas risadas . Assistam! 

Amanda.

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"Um dia encontraremos o que procuramos. Ou talvez não. Talvez encontremos algo muito melhor. "

Ilustração: Anna Cunha