domingo, 14 de outubro de 2018

NOSSA SENHORA APARECIDA ♥ ♥


LEMBRANÇA DO DIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA


♫♪Santa mãe Maria nessa travessia, cubra-nos teu manto cor anil. Guarda nossa vida, Mãe Aparecida, Santa Padroeira do Brasil♫♪

José Acácio Santana

HOMENAGEM A NOSSA SENHORA APARECIDA


AVISO IMPORTANTE

Na semana passada, dia 12 de outubro, sexta- feira, foi o Dia de Nossa Senhora Aparecida e também Dia das Crianças, infelizmente eu não entrei aqui no blog, por falta de tempo. Mas, são datas tão importantes e que me marcam de uma forma muito especial, que não poderia deixar passar em branco, sem fazer uma homenagem. Então, agora, na sequência, virá postagens referente a essas duas datas tão lindas!


Amanda Sales

D.O.M.I.N.G.A.N.D.O


PELA JANELA...


PELA JANELA

Olhando da minha janela Para aquele campo, Tenho a nítida lembrança De que ele outrora foi verdejante, E feliz. Era ele repleto de violetas de gencianas, Rosas, sempre-vivas e jasmins, O cheiro da hortelã miudinho, Às vezes confundia-se Com o cheiro da terra molhada, A cada chuvarada cristalina, Ou na frequência do orvalho De cada amanhecer. Olhando da minha janela Para além daquele campo, Percebo acima da colina, A cabana onde ainda ontem Eu fui feliz. A cabana agora vazia de mim, Tem um ar tristonho e insalubre. A porta entreaberta, Pende sobre si mesma, Como se o próprio tempo Determinasse seu cansaço. Vidraças que dantes atiravam ao chão da sala Mosaico intrigante multicor, Agora tão apenas permite uma réstia de sol sem calor. É aquela cabana agora, um cantinho abandonado, Mas que já foi certamente, O cantinho mais feliz deste lugar. Nunca mais subi aquela colina, Mas ainda lembro muito bem Que do outro lado, Existia um jardim pequenino, E um cercadinho de toscos mourões, Que daqui da minha janela não consigo avistar. Mas ainda recordo das borboletas, De asas pretas, amarelas e vermelhas, Que desesperadas tentavam a todo custo escapar, Da língua dos ligeiros camaleões, Ou do bico famélico dos sabiás. Fecho minha janela e procuro esquecer, Que além da minha janela, Um dia num tempo qualquer que se foi, Havia um campo que já foi verdejante, E que me levava àquela cabana por cima da colina, Onde agora nada mais restou senão, Uma porta entreaberta e pendente, E esta saudade nunca mais ausente.

Poeta Mario

BIBIANA BENITES

Que a gente não se perca. Mas que tenhamos a ousadia de mudar a rota quando a vida assim quiser. Porque ninguém é de ferro. Somos o contrário disso. Somos tanto. Somos silêncio. Somos sorrisos. Somos também tristeza, quando o destino de rasteira nos alcança. Somos as pessoas que passaram por nós. E as que ficaram também. Somos as tentativas. Os nossos sonhos. Somos a Poesia da vida. E dela extraímos a doçura que nos move.

 Bibiana Benites