Tem dias em que tudo parece pesado demais, como se o mundo tivesse desaprendido a ser leve. E então, sem aviso, a vida encosta devagar e deixa algo bonito na nossa porta. Pode ser pequeno, quase tímido, mas carrega um tipo de luz que a gente não sabia que ainda existia dentro da gente.
Não apaga a dor, não muda o que já aconteceu, mas muda a forma como a gente respira por dentro. É como se, por um instante, o coração lembrasse que ainda sabe florescer, mesmo depois da tempestade.
E ali, naquele detalhe inesperado, a gente entende que viver não é sobre nunca cair… é sobre esses reencontros silenciosos com a esperança, que chegam sem barulho, mas fazem tudo, por dentro, voltar a fazer sentido.
Desconheço a autoria
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